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Visitando o Centro Histórico durante a Feira do Livro


O Zona Norte Jornal já deu algumas dicas de visitas ao nosso Centro Histórico. E neste momento, não dá para perder a Feira das Feiras, nossa grande Feira do Livro, na Praça da Alfândega.

Hoje, queremos dar a vocês dicas de alguns dos cafés nas proximidades para que vocês possam curtir ao visitar a Feira, pois podem também ver as exposições da Bienal no Margs – Museu de Arte do Rio Grande do Sul – no Farol Santander, no Memorial.

Tem o Bistrô do Margs, onde podem comer e tomar café, ali na praça tem novos botecos ao lado da Caixa Econômica Federal. Nossa sugestão é o Boteco do Porto, falar com a Márcia ou o Jorge.

Eis os cafés nas redondezas:


QUIERO CAFÉ

Uma nova franquia aportou na Rua da Praia, rua que teve sua Belle Époche nos 30 e 40, com seus cafés, como o América, dos Medeiros e o famoso Café Colombo. No lado oposto da Casa de Cultura Mário Quintana (CCMQ), está há dois meses a Quiero Café https://quierocafe.com.br/.

Tem café da manhã até as 11h. Tem almoços com pratos "sem carne" e peixes e massas.

Tem boas pedidas para o seu happy hour.

Um cardápio bem apresentado dá detalhes de cada pedido, em respeito ao consumidor.

No domingo, ao final de tarde, estava lotadíssimo.

Somos informados do tempo de espera; como o dia pedia um bom café e estávamos sentados em boas poltronas, esperamos.

Além da proximidade com a CCMQ, está perto do sebo Beco do Livro que sempre está aberto. No outro lado da rua, na CCMQ, temos a Livraria Taverna.

Tem um supermercado nas proximidades também.

A Rua da Praia, desde a Rua Caldas Junior, virou um forte ponto de gastronomia e lazer do Centro Histórico, com bares, restaurantes, botecos e cafés para todos os gostos, do "bastantão”, tipo "pé sujo", com oferta de cerveja batata, a lugares mais sofisticados com cervejas artesanais e mais caras. Ou seja, virou uma região de pluralidade de usuários e clientes, agradando a todos.

Há muitas mesas na rua/calçada, com espaços públicos que adentram a pista de rolamentos para beber, comer e bater um papo.

Animador ver e sentir esta parte de nosso Centro Histórico voltando a “bombar”.


CAFÉ DO MARGS

A Praça da Alfândega é um "museu a céu aberto" com um Museu, um Memorial e um espaço cultural, o Farol Santander.

No Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs), além de haver sempre exposições de arte, tem um Bistrô no térreo e um café charmoso no segundo piso. Neste momento, temos exposições da Bienal do Mercosul. Tem uma loja do Margs, com livros, lembranças etc.

Local ideal para encontros e uma parada no cansativo cotidiano.

Tem comes e bebes, com alguns tipos de sua especialidade; mas opto por salientar os cafés, tipos e sabores variados.

Não só é bom sorver nosso café ali como ganhar Tempo com um papo e conseguir respirar um pouco da vida, como é apaziguador o ambiente com decoração discreta e de bom gosto.

Ali, o Júlio Pujol faz seu Café com Alta Política com convidados para troca de ideias.

Curtir a Alfândega e o Margs tem mais valor dando uma parada no Café do Margs.

Não precisa ir atrás de outros dados, vá lá e desfrute.


CHEIRIN BÃO

A Rua Marechal Floriano há tempos não apresentava surpresas, especialmente depois do Caminho dos Antiquários lá na Praça Daltro Filho, onde todos os sábados pela manhã temos uma feira de antiguidades.

Na sua parte central, andava bem “sem jeito”. Ainda mais com aquele prédio inacabado, o Esqueleto.

Eis que surge, agora, o CHEIRIN BÃO - R. Mal. Floriano Peixoto, 151 - https://www.instagram.com/cheirinbaopoa/.

Já falei para amigos/as, professores/as, alunos/as da Fadergs, que está na Galeria Lusa, que a pedida para um papo é o CHEIRIN BÃO.

Já tinha ido ali levado por minha esposa que é apreciadora do croissant recheado com queijo derretido, creio que é assim que se chama, mas vá lá que já está dando “água na boca”.

Dia destes fui ali tomar um café e bater um papo com o professor Vicente Bogo, nosso ex-governador, que apreciou o lugar. O dia estava meio frio e fomos de expresso com leite.

Há vários tipos de cafés, pois nosso café mineiro, se bem escolhido, é de alta qualidade.

Um lugar bem agradável, com boa apresentação, tranquilo, com bom atendimento


Em breve, daremos outras dicas, não sem antes dizer onde comer em alguns lugares:

SUCO SUL

O Centro Histórico já foi o paraíso de lancherias ou lanchonetes.

Aos poucos, surgiram cafés e botecos.

Há os tradicionais Café Paris e Matheus, ainda, sem falar na Confeitaria Princesa e em A Brasileira.

Na Rua Gen. Andrade Neves, temos um conjunto de lugares para tomar café da manhã, fazer um lanche, almoçar e até jantar.

Há o Suco Sul, no número 156.

Local pequeno, porém acolhedor pela forma e atendimento exemplar.

Tem até um pequeno mezanino, para um momento mais de paz na balbúrdia da capital.

No Rio Grande do Sul, o "farroupilha" com café com leite era o que descobri quando aqui cheguei em 1972. Depois, veio decaindo com alguns modismos, foram tirando a mortadela para colocar presunto.

Ali na Suco Sul, tem pastéis para todos os gostos e uma boa torrada com ovo e claro, cheeseburger não vai faltar também.

No Suco Sul, tem o tal e autêntico "farroupilha". Pode ser até pedido “prensado”.

Tem sorvetes, um balcão refrigerado com doces, fabulosas tortas e a torta fria salgada.

No almoço, tem uma boa meia dúzia de pratos bons e com preços honestos.

E como no Centro não tem tantos locais para uma janta boa e barata, ali tem.


TRATTORIA DO PORTO

Tem como chamada ser um “restaurante natural”. Seu buffet é livre e com suco liberado. De fato, ele trabalha com um cardápio com muitas frutas, legumes e verduras.

Fica na chamada Galeria 24 horas, na Travessa Eng° Acylino de Carvalho, 10.

Funciona de segunda a sábado, das 11h às 15h.

O local de mais de 20 anos é amplo. Antes da pandemia, estava (quase) sempre lotado. A clientela diminuiu porque fica num local em que muitos estabelecimentos optaram por trabalho remoto.

O atendimento é bom. Os preços são honestos.

Neste como nos outros, regra geral, se oferta café ou chá em pequenos copos plásticos, sem opção de café de máquina.

Carece de uma atualização de suas redes sociais.


RESTAURANTE ALTIS

Em sua página, se apresenta como “restaurante self-service com diversos tipos de saladas, pratos típicos da região e massas, em clima tranquilo”. Fica na General Câmara, 249 - https://www.facebook.com/altiscentro/.

Bastante frequentado, com dois ambientes, tanto a quilo quanto livre. Ao meio-dia chega a lotar, e isso que os espaços são bem amplos. O buffet é bem diferenciado, trazendo algumas comidas pouco usuais em outros do gênero, com alguns pratos à mexicana. A variedade de saladas é generosa, como os pratos em geral. Já experimentei até um cordeiro que me fez voltar. A feijoada disputa bem com outros locais.

É um local bem apropriado para quem mora ou trabalha na região. A variedade de sobremesas é bem adequada.

O local é bem disposto, tendo mesas juntas, com possibilidades de assento em bancos com almofadas.

Não tenho, em geral, comentado os preços destes locais, pois os clientes vão fazendo suas opções, pelo custo-benefício.


VIDA E SAÚDE

“Almoçar fora” volta a ser hábito com a volta de pessoas ao ofício presencial. É claro que no Centro Histórico, houve uma diminuição de presença de pessoas nos outrora muito concorridos buffets livres ou a quilo.

Alguns fecharam. Foi o caso de duas operações na Riachuelo com a Caldas Júnior. Um espaço continua para alugar. Mas aquele da entrada pela Caldas Júnior, n° 390 está ocupado pelo tradicional VIDA E SAÚDE, que funciona com sua matriz na Gal. Câmara, 60.

O diferencial deste local é o tipo de comida com preocupações mais voltadas à saúde, como diz o nome. Muitas saladas, apontando que são sem venenos, muitas frutas variadas, sucos variados e incluídos no preço. As opões de grelhados são várias e sempre tem opções de peixe.

Daria um destaque para os legumes também.

Tem um buffet de sobremesas, sendo que há opções sem açúcar, para quem quiser cuidar mais e mais de sua saúde,

Na Caldas Júnior, funciona aos sábados com uma presença bem acentuada de pessoas idosas, o que significa que os moradores da região voltam a ter uma boa opção de almoço.


ADELI SELL é bacharel em Direito, professor e diretor do ZN Jornal

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